Chegado a casa compreendo.
Não me deixas, seja em recordações, seja em sonhos, seja em visões, seja em música, seja em companhias. Nunca te arrepdendas. Contigo fez sentido. Agora não! Volta... Por favor. Não aguento!
quinta-feira, 1 de julho de 2010
sábado, 12 de junho de 2010
Foste e levaste a luz contigo. Desde então são mágoas e lágrimas, não há dia em que não te lembre sendo que de seguida sei que não te quero esquecer.
Penso que a felicidade é um estado sublime, de leveza. Voei e planei contigo por um tempo que me pareceu eterno, pelo menos não lhe leio o princípio mas de facto o fim ainda está sobre mim. Ainda me esmaga.
Eram areias douradas as do nosso tempo que agora penso que tenha sido apenas meu. Não fui um bom viajante, não te soube guiar e seguiste um outro caminho. Um que agora te fará (mais) feliz.
Hoje estão de verde escuro, em tons cinza e negro, as árvores do trilho que percorro. Não vou só, vou contigo mesmo estando tu noutra parte, noutro caminho com outros mapas e com um melhor viajante.
Este é um sopro que queria que sentisses como todos aqueles que te mando noite após noite na esperança vã que olhes para trás. Sei que não voltas e, ainda mais triste, sei que nunca vais ler estas palavras.
Um beijo
Penso que a felicidade é um estado sublime, de leveza. Voei e planei contigo por um tempo que me pareceu eterno, pelo menos não lhe leio o princípio mas de facto o fim ainda está sobre mim. Ainda me esmaga.
Eram areias douradas as do nosso tempo que agora penso que tenha sido apenas meu. Não fui um bom viajante, não te soube guiar e seguiste um outro caminho. Um que agora te fará (mais) feliz.
Hoje estão de verde escuro, em tons cinza e negro, as árvores do trilho que percorro. Não vou só, vou contigo mesmo estando tu noutra parte, noutro caminho com outros mapas e com um melhor viajante.
Este é um sopro que queria que sentisses como todos aqueles que te mando noite após noite na esperança vã que olhes para trás. Sei que não voltas e, ainda mais triste, sei que nunca vais ler estas palavras.
Um beijo
terça-feira, 18 de maio de 2010
quarta-feira, 5 de maio de 2010
Justiça
Não me parece que haja muita...
Apesar de ter descido a andares abaixo das caves pensava que tinha direito a mais...
Decididamente as coisas não estão mesmo a meu favor desde há uns tempos...
Saudades de ser feliz...
Apesar de ter descido a andares abaixo das caves pensava que tinha direito a mais...
Decididamente as coisas não estão mesmo a meu favor desde há uns tempos...
Saudades de ser feliz...
quarta-feira, 31 de março de 2010
"Uma flor de verde pinho" - Diz muito...
Eu podia chamar-te pátria minha
dar-te o mais lindo nome português
podia dar-te um nome de rainha
que este amor é de Pedro por Inês.
Mas não há forma não há verso não há leito
para este fogo amor para este rio.
Como dizer um coração fora do peito?
Meu amor transbordou. E eu sem navio.
Gostar de ti é um poema que não digo
que não há taça amor para este vinho
não há guitarra nem cantar de amigo
não há flor não há flor de verde pinho.
Não há barco nem trigo não há trevo
não há palavras para dizer esta canção.
Gostar de ti é um poema que não escrevo.
Que há um rio sem leito. E eu sem coração.
dar-te o mais lindo nome português
podia dar-te um nome de rainha
que este amor é de Pedro por Inês.
Mas não há forma não há verso não há leito
para este fogo amor para este rio.
Como dizer um coração fora do peito?
Meu amor transbordou. E eu sem navio.
Gostar de ti é um poema que não digo
que não há taça amor para este vinho
não há guitarra nem cantar de amigo
não há flor não há flor de verde pinho.
Não há barco nem trigo não há trevo
não há palavras para dizer esta canção.
Gostar de ti é um poema que não escrevo.
Que há um rio sem leito. E eu sem coração.
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